18 novembro 2009

QUE FAZER COM AS COLECÇÕES?

A actividade de coleccionar é, na generalidade, uma actividade tão solitária quanto mal compreendida ou mesmo mal aceite. Excepção feita aos que, não coleccionando necessariamente o mesmo que nós, partilham tal "compulsão". Pessoalmente fui sempre um coleccionador compulsivo e entristece-me a memória das colecções que fui perdendo ao sabor das vicissitudes da vida e do inexorável espaço disponível para as manter. "A contrario" a mim me faz espécie quem de nada (de útil, entenda-se), gosta de preservar memória material. É evidentemente o polo oposto. Porém, como historiador, preservar memórias é um dos encantos que sempre me fascinou e tão pouco comum às atávicas características lusitanas...
Vem esta arenga a propósito da utilidade - e necessidade de visibilidade das mesmas - das colecções. Há uns dias na minha Universidade preparavam-se conferências sobre a queda do Muro de Berlim. Lembrei-me da minha colecção de medalhas da defunta RDA (que localmente comecei há largos anos) que muito poderiam pedagogicamente valorizar os eventos e que directamente tinham relação com o assunto.
E lá estão, até ao fim do mês, para quem tiver interesse é passar na Universidade Lusíada de Lisboa.
Do reverentia

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