11 novembro 2010

Parque das Nações receia violência na Cimeira da Nato




Segurança

Mais do que preocupados com as interdições do trânsito, os moradores do Parque das Nações temem actos de vandalismo que possam ocorrer na Cimeira da Nato a realizar-se, em Lisboa, nos dias 19 e 20.

"As pessoas que nos procuram, e são muitas, estão bastante preocupadas com os cortes de trânsito. Mas o que mais as assusta é mesmo a questão da segurança porque sabem que em eventos como este há sempre manifestações de violência", explicou ao DN Marcos Neves, da Associação de Moradores e Comerciantes do Parque das Nações. A destruição de carros está no topo das preocupações dos moradores.
Marcos Neves aproveita para solicitar à PSP o maior número de informações sobre os cuidados que as pessoas devem ter e sobre os cortes de trânsito e respectivas alternativas. Deixa ainda críticas ao facto dessas informações terem chegado demasiado tarde e não serem ainda muito concretas.
"Há duas semanas que começámos a ser abordados pelos moradores e comerciantes sobre os transtornos que iriam ter. Mas só no sábado e após termos contactado o Ministério dos Negócios Estrangeiros é que a PSP nos enviou um e-mail referente ao condicionamento de trânsito".
A informação passou a ser reencaminhada por todos os meios possíveis: no site da associação, no facebook e directamente aos sócios. "Há que informar o maior número de pessoas sobre o caos que se vai instalar no Parque das Nações no decorrer da Cimeira da Nato", referiu Marcos Neves, adiantando que embora reconheça a importância do evento, há que tomar medidas para organizar ao máximo um espaço onde "vivem cerca de 20 mil pessoas, trabalham outras tantas e é visitada talvez por mais".

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