13 outubro 2014

Será que valeu a pena a Sessão Publica sobre os Estacionamentos?

Na Sessão Publica que se efectuou em Moscavide sobre a regulação do Transito e dos Estacionamentos na Freguesia de Moscavide- Portela ficou a ideia que alguma coisa ia mudar de imediato, pois os 6 meses de trabalho que a nova Administração da Loures Parque já tinha e os apoios estatisticos obtidos já davam para mudar muito e ir de encontro aos desejos dos comerciantes e moradores. A falta de bolsas de estacionamento, a normalização dos valores de tarifas, os horarios a ter em conta, a atribuição de selos de residentes, horarios de cargas e descargas de mercadorias, zonas de entradas e saidas de passageiros, a atribuição de selos a moradores com viaturas em seus nomes, mas que não apresentavam toda a documentação conforme o exigido...e muitos outros assuntos particularizados deixou uma esperança a quem assistiu a esta Sessão. No entanto alguma coisa incomodava os mais atentos. Como é que a Loures Parque ia baixar receitas ?
 Habituados a que estavam, a um orçamento que contemplava a venda de selos,a tiragem normal de tickets de estacionamentos,as multas por estacionamentos já fora do horário dos tickets, as multas de estacionamentos sem tickets as multas de maus estacionamentos e paragens, tudo isso parece que não chega para pagar a estrutura da Loures Parque.Com tanta reclamação existente como é que a Loures Parque vai sobreviver?
 Talvez continuando a multar de qualquer maneira e defendendo-se com a lei como se estas situações fossem verdadeiros crimes ou os condutores fossem uns malfeitores. Houve muitas intervenções com ideias e propostas sensatas e ajustadas à tipificação dos parqueamentos em Moscavide e mesmo na Portela. A situação da Portela é muito mais simples. As pressões de trafego e procura intensa de estacionamento verifica-se à volta do Centro Comercial. 
O Parque interno da Av. dos Descobrimentos não justifica que seja tarifado.
O Parque das Piscinas e o Parque do Tenis só tem pressão a partir das 16h30m ate às 19h30 quando decorre a procura das mais variadas actividades desportivas. De contrario e durante o dia estes parques estão praticamente desertos o que não justifica os gastos que a Loures Parque tem com os seus fiscais e com as viaturas de serviço em constante movimento. A pressão que existe das tarifas prejudica sim os moradores dos arruamentos circundantes onde grande parte dos deslocados vão parquear. Ou seja, a pressão tarifaria prejudica mais os moradores adjacentes do que os vêm para estes parques. Como alguem referiu na sessão e com razão: Toda a Urbanização da Portela foi adquirida pelo Urbanizador que adquiriu os terrenos para os urbanizar com todas as infraestruturas e que vendeu em Lotes toda a Urbanização incluindo as tais infraestruturas de ruas, passeios e estacionamentos. Não foi a Câmara nem nenhuma empresa municipalizada que criou os locais de estacionamento de toda a Urbanização. Os moradores é que já pagaram tudo isso. A Câmara beneficiou e beneficia de todos os impostos a que se sujeitaram quem comprou os seus andares na Urbanização da Portela. O mesmo se passa na Urbanização do Cristo Rei e na Nova do Seminário.
 Mesmo assim ainda hoje se verificou aquilo que descontenta tudo e todos.
 Duas viaturas de duas alunas da Universidade Senior, com mobilidades reduzidas, levaram as suas viaturas para o parque junto à Universidade Senior para assistirem a uma aula de 1 hora com começo às 11h00 da manhã. Chovia se Deus a dava quando chegaram. Tentaram tirar o ticket no parquimetro mais perto, o qual não funcionava em condições (verificou-se depois, que talvez pela humidade prendia o ticket) e não saía o desejado ticket. Acabaram por ir para as aulas sem colocar o ticket no vidro. A meio da aula são alertadas que havia carros a ser "trancados" e com reboque a ser chamado. Foi explicado aos fiscais "trancadores" o que se tinha passado, os quais não quiseram saber de nada, pois tinham sido chamados pela colega e que ja não podiam fazer nada.  Se os tickets não saiam ali, que fossem ao outro..... ( Ora toma e vai-te curar). Belo gozo, pois recomendaram que reclamassem para a Loures Parque.
Não quiseram ver se o parquimetro trabalhava bem ou não e se estava a engolir os tickets ou a prendê-los.Não estavam ali para isso. As condutoras tiveram que pagar na hora à volta de 60 Euros para se irem embora para casa, pois o reboque já tinha sido accionado e naturalmente foram à vida. Não valia a pena argumentar  com as suas razões.Com alguma curiosidade houve quem fosse ver o parquimetro e verificou que os tickets estavam presos na maquina e não caiam. Nessa altura já lá não estavam nem fiscais nem as multadas.
Enfim, será assim que o novo Presidente da Loures Parque quer equilibrar as contas.É assim que impera agora o bom senso? Isto é o dia a dia destes Parques.
Esperamos que a nova Loures Parque venha preparada para actuar de boa fe e que venha ajudar a resolver o problema dos estacionamentos tarifados ou não tarifados na Portela. Convem lembrar que a Portela, mesmo assim tem um defice de 280 estacionamentos e que o Urbanizador foi obrigado a comprar terrenos para entregar à Câmara para cumprir com determinados coeficientes de implantação. Esses terrenos como toda a gente sabe levaram diverso destino, ficando assim alguem a dever aos moradores esses espaços para estacionamento.

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14 setembro 2014

Loures Parque - A vontade de Multar

Muito se tem escrito sobre a actividade e actuação da fiscalização da Loures Parque e dos seus agentes. Estes agentes fiscalizadores nunca foram nem podem ser considerados como agentes de ordenamento do transito e dos estacionamentos disponíveis, colocados à disposição dos utentes.
 O curioso é que estes agentes foram criados para isso. Para colaborar e ordenar os estacionamentos. Pela viciação da forma, viraram agentes emissores de multas e reboques. Há quem diga que são uns caçadores de multas. Que se escondem nalguns locais, espreitando quem não tirou o seu ticket e em menos dum fosforo, aplicam logo a pastilha. A muitas discussões se tem assistido, o que em nada dignifica os fardados.
Ora vejamos: Uma zelosa fiscal conseguiu o dom da multiplicidade. Num belo sábado, conseguiu no espaço de 1 minuto aplicar duas multas à mesma viatura em 2 locais diferentes espaçados de 100 metros, sem ter deixado papelinho. Como é que isso pode acontecer? Pode acontecer pois e de uma modo absolutamente execrável. Passa pela viatura e vai embora para evitar criticas ou pedidos de compreensão. Deve decorar a matricula e depois anotar num papelinho. Mais tarde e recatadamente  põe a maquineta a funcionar e aplica a multa mencionando um local onde a viatura estava. Ao dar meia volta torna a apontar a matricula noutro papelinho e vai de passar outra multa na maquineta. Tempos mais tarde o infractor recebe duas multas em casa da viatura estacionada em 2 locais diferentes no espaço de 1 minuto.
Não dá para entender. A pessoa multada já expôs  superiormente o caso à Loures Parque.

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23 agosto 2013

Multas por fazer grafitos podem ascender a 25 mil euros


O novo regime estabelece que estas práticas são passíveis de multa, que podem chegar aos 25 mil euros.
Numa altura em que a arte urbana ganha visibilidade e densidade teórica - ao mesmo tempo que conhece um rápido fenómeno de crescimento da sua importância financeira - o Parlamento português acaba de legislar sobre "o regime aplicável aos grafitos, afixações, picotagem e outras formas de alteração, ainda que temporária, das características originais de superfícies exteriores de edifícios, pavimentos, passeios, muros e outras infra-estruturas", pode ler-se no Diário da República de hoje.
Ora, o novo regime estabelece que estas práticas são passíveis de multa, que podem chegar aos 25 mil euros (por uma contra-ordenação muito grave) e não serão nunca inferiores aos 100 euros.
Para além dos edifícios, as outras infra-estruturas que o Parlamento pretende colocar a salvo da voragem dos ‘sprays' são, entre outras, "superfícies interiores e ou exteriores de material circulante de passageiros ou de mercadorias" - ou seja, os comboios.
O novo regime não esquece as iniciativas políticas, uma vez que a nova lei criminaliza também "a afixação e à inscrição de mensagens de publicidade e de propaganda, nomeadamente política", o que aliás já estava previsto no regime legal desde 1988.
A lei agora aprovada estabelecer como grafitos "os desenhos, pinturas ou inscrições, designadamente de palavras, frases, símbolos ou códigos, ainda que tenham carácter artístico, decorativo, informativo, ou outro".
Ficam assim sob alçada da nova lei os grafitos que recentemente escaparam à investida ‘anti-grafito' organizada pelo presidente da câmara do Porto, Rui Rio.
Depois da polémica levantada pela destruição de alguns grafitos artísticos por parte dos operacionais da autarquia, terá sido da ordem para que estes passassem a ser poupados. Foi o que sucedeu com algumas intervenções do artista urbano que assina ‘Azul' - intervenções essas que agora, à luz do novo regime, devem rapidamente ser destruídas.

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07 março 2012

CENAS TRISTES ...

Mais uma vez se viu o que não se queria ver.
Quando a Associação dos Moradores autorizou que a Loures Parque se apoderasse dos Parques construidos de apoio às Piscinas , aos Campos de Jogos e ao Polidesportivo, não seria suposto que tal medida se virasse contra si.A Associação deixou de gerir qualquer espaço de apoio, quer à sua Esplanada, à sua Sede e Ginasios, aos seus Campos de Tenis ao Polidesportivo e recentemente às Novas Instalações do Universidade Senior e ao Portela Jovens. Não ha uma serventia nem uma zona de parqueamentos nas suas várias instalações, na zona do Parque Desportivo.
Aqui professores voluntarios têm de pagar para virem aqui dar aulas gratuitas e voluntarias.
A favor de quem?
Os fornecedores queixam-se que ja têm sido multados por pararem as suas viaturas num espaço que a Loures Parque assambarcou em terrenos que eram e são da Associação em comodato.
Hoje uma professora a dar aulas no Portela Sabios bem juntinho à sala de aulas,viu o seu carro bloqueado porque ja passava da hora. Com justificação ou não teve de pagar e bem para que os "artistas" usassem a sua chave para tirar as " latas" que bloqueavam o carro.
Ordens superiores e cumprimento do estipulado.
Uma vergonha para todos nós.
Senhor Reitor da Universidade Senior, dentro das suas atribuições, poderia zelar pelos interesses da Universidade e dos seus colaboradores criando condições para o bom funcionamento dos serviços e das instalações.

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21 outubro 2011

Mas que Descaramento ...

O que estaria a fazer este Reboque esta manhã no Parque de Estacionamento da Associação? A ocupar espaço?
Estaria às ordens da LouresParque ou estaria a marcar a vez? Não havendo nenhuma viatura la estacionada, não haveria assim serviço nenhum previsto.
A ocupar dois espaços? Mas porquê?...para meter medo?

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22 janeiro 2011

AFINAL SEMPRE ERA DE DESCONFIAR ...

Vejam como se emendou de um dia para o outro um parquimetro sem aviso previo.
Isto agora é assim.... Feito à mão e de qualquer maneira.

PARQUÍMETROS NA PORTELA. CAÇA À MULTA

JÁ HA UNS DIAS ESTE BLOGUE ALERTAVA PARA A DESORIENTAÇÃO QUE REINA NA EMPRESA MUNICIPAL LOURESPARQUE

Era mesmo de duvidar da actitude do presidente da Loures Parque, pois é uma pessoa que não merece nenhuma confiança das gentes da Portela.
Ja se desconfia de tudo e de todos . Ora vejam o que diz o blogue ImParcial.

Será que a Loures Parque e a Administração do Centro Comercial da Portela andam a brincar com os frequentadores do Centro que estacionam as suas viaturas à volta do mesmo?Hoje (dia 19) no período das 12h00 às 14h30, vários condutores foram autuados - pelos fiscais da Loures Parque - por não terem tirado o respectivo ticket neste período.

Alguns dos lesados, dirigiram-se à recepção do Centro a reclamarem de tal situação, mas os funcionários disseram que iam falar com a Drª. Geni ( Administradora do Centro) porque também, eles, não sabiam de tal alteração.Pelas 16h00, falou-sei com dois fiscais da L.Parque a lamentar tal "traição" aos automobilistas que tinham sido" premiados " com o respectivo auto, tendo um deles ( D.Manuela, conforme identificação na respectiva farda) dito que " eram as ordens que tinha".

Perante tão grande injustiça, apelo aos responsáveis, especialmente à Drª.Geni, para que esclareçam esta injustiça para que os frequentadores do Centro não sejam obrigados a tomarem outras medidas, que serão prejudiciais, principalmente, ao próprio Centro Comercial.

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