19 abril 2016

A PORTELA FOI E CONTINUARÁ A SER A MELHOR LOCALIDADE DO CONCELHO

A PORTELA FOI E CONTINUARÁ A SER A MELHOR LOCALIDADE DO CONCELHO DE LOURES, O FUTURO EM LOURES.
2016-04-15
(Editorial - Boletim “Moscavide e Portela Mais Perto, n.º 15,Março / Abril 2016)

Duas localidades, uma freguesia – Respeito pela diferença – A Portela 
Em 2013, aquando da Reorganização Administrativa do Território, que uniu as Freguesias da Portela e de Moscavide, a Portela era reconhecida por ser uma referência no concelho de Loures e na zona Oriental da Grande Lisboa, no âmbito da acção social, do apoio à educação e das actividades culturais e recreativas que realizava. Os Portelenses recearam inicialmente a união das freguesias. Porque Moscavide era uma realidade muito diferente, organizada territorialmente de forma distinta, com espaços públicos aparentemente menos cuidados, com pessoas culturalmente distintas.... Porque se receava uma “desatenção” à Portela, um descuido com os espaços públicos (a Portela era reconhecida por ser  um “jardim”), um distanciamento face à população.... Receava-se, em suma, uma perda de identidade. Por sentir na rua este receio, candidatei-me e reuni uma Equipa a Sério, com o lema “Duas localidades, Uma freguesia” e sempre subordinada à ideia de “um olhar atento, um futuro melhor”.
Pese embora as diferenças e os aparentes receios, continuamos efectivamente a trabalhar para a população da Portela, dos mais novos aos mais velhos, dos mais carenciados aos que vivem sem dificuldades, sem olhar a cores políticas e sem discriminações sociais. Mantivemos a identidade desta localidade. Respeitamos a diferença – sou, no entanto, Presidente de toda uma freguesia, Moscavide e Portela, de todas as pessoas, não relevando as suas ideologias, os seus credos, mas estando sempre atenta às suas necessidades, aos seus desejos; só com esta actuação me revejo enquanto actor interveniente na política local.
As pessoas continuam a ter voz, nomeadamente através do projecto “Arranje a minha rua... Arranje o meu bairro”; é fundamental a sua participação na vida da freguesia e na actuação da Junta de Freguesia, sempre numa óptica de melhoria da qualidade de vida e da segurança de todos. Pratica-se, de facto, uma política de proximidade, estando a Presidente da Junta de Freguesia em permanente contacto com a população, quer presencialmente, quer via telefone ou email.
Os apoios sociais diversos e dirigidos a quem mais precisa são uma realidade: alimentos (Projecto de “Recolha e Distribuição de Alimentos”), roupas, medicamentos, deslocações ao médico, comparticipação de despesas básicas, medidas de apoio a despesas com os estudos, manuais escolares gratuitos , Banco de Ajudas Técnicas, Programa de Emergência Social. Continuámos a reconhecer o mérito escolar de alunos do Agrupamento de Escolas da Freguesia, a promover actividades desportivas, culturais e lúdicas – passeios culturais, exposições, concertos, espectáculos do Grupo de Teatro Musical da Portela, aulas de guitarra clássica para jovens promovidas pelo Grupo Contrastos, e espectáculos realizados pelo grupo, espectáculos do Grupo de Cavaquinhos "Os Lírios" e do Grupo de Concertinas para os portelenses, aulas de cavaquinhos e de concertinas e de danças tradicionais dirigidas a maiores de 50 anos, Reforma Activa, Sábados em Movimento, Portela em Festa, Festivais de Ginástica, Feira “Coisas e... Loisas”, apresentações de livros de portelenses e “amigos” da Portela –, a facultar espaços para que muitas outras actividades aconteçam... E, demos corpo a novos projectos: Aulas de Inglês, Informática para Todos, Festival Gastronómico de StreetFood “Sabores sobre Rodas” da Portela....
Com a união das freguesias, a Portela passou a poder beneficiar de um autocarro, de um Centro de Dia Social e Comunitário, de uma Creche Jardim-de-Infância, de um Centro Cultural e de um auditório, onde se têm realizado inúmeros concertos, festivais de acordeão, espectáculos de teatro, iniciativas no âmbito da Educação, da dinamização do comércio local, entre outras. A Portela passou a beneficiar ainda de todos os eventos realizados na Vila de Moscavide, Desfile de Carnaval, Feira de Saberes & Sabores, Sunset Moscavide, e de todos os outros que ali decorram. Não menos importante, a Portela passou a beneficiar de um grupo de trabalhadores com qualificações e competências que vieram acrescentar valor aos recursos humanos existentes na Portela. E a Portela continua “Um Jardim”! Dos serviços administrativos à área social, das obras à limpeza urbana e às zonas verdes, da Creche Jardim-de-Infância ao Centro de Dia, os funcionários e colaboradores da Junta de Freguesia trabalham para, diariamente, servir todos, sem excepção! A Freguesia somos todos nós! E a PORTELA constitui parte muito importante nesse todo! Ajude-nos a cuidar da Portela! A sua confiança ajuda-nos a querer fazer mais e melhor!

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26 outubro 2015

Portela, uma urbanização viva feita de “pioneiros” e “novos residentes”


Portela, uma urbanização viva feita de “pioneiros” e “novos residentes”

A socióloga Sandra Marques Pereira investigou este conjunto habitacional, nascido na década de 70 do século passado em Loures, e percebeu quem são os que lá vivem. Pelo meio descobriu uma expressão que desconhecia: “ser portelense”.
 A Urbanização da Portela tem uma escala humana que os prédios vistos ao longe não permitem adivinhar RUI GAUDÊNCIO
Para quem a vê de fora, a impressão que fica da Urbanização da Portela, no concelho de Loures, não é provavelmente a mais agradável: aos olhos de quem atravessa a Ponte Vasco da Gama, a imagem que se impõe é a de um monte de prédios, altos, praticamente iguais entre si, ladeados por grandes vias de comunicação. Mas quem entra neste conjunto habitacional descobre uma realidade diferente, um bairro vivo, com qualidade urbana, e onde apesar de haver ainda muitas pessoas que aí moram desde o início se assiste a uma renovação geracional assinalável. Fátima Brito Soares é uma das “pioneiras”, uma das moradoras que primeiro se instalaram na urbanização, cujos prédios começaram a ser construídos no ano de 1970. 
Já Sara Pisco faz parte dos “novos residentes”, daqueles que chegaram a partir de 2000, alguns pela primeira vez, outros depois de terem abandonado a casa dos pais na urbanização e decidido regressar à Portela depois de alguns anos a viver noutros locais. As designações dos diferentes grupos de moradores são de Sandra Marques Pereira, investigadora do Centro de Estudos sobre a Mudança Socioeconómica e o Território (Dinâmia'Cet), do ISCTE-IUL, que está a desenvolver “um estudo de caso aprofundado” sobre a Portela. A investigadora, doutorada em sociologia, explica que aquilo que se procurou fazer foi lançar “um olhar focado e intenso”, “com metodologias muito diversas”, sobre o bairro, projectado pelo arquitecto Fernando Silva a pensar na classe média-alta. Uma das vertentes desse estudo foi, detalha, a realização de “um inquérito representativo à população e de entrevistas de aprofundamento dos resultados”. Através desse inquérito foi possível identificar “quatro perfis” de moradores: os “pioneiros”, aqueles que se poderão designar por “nativos” (que vivem na Portela desde que nasceram), os que ali se instalaram nos anos 80 e 90 e finalmente os “novos residentes”. Os primeiros representam 44% da população e os últimos 27%, sendo estes os dois grupos mais representativos.

 Sandra Marques Pereira destaca que entre os “pioneiros” há dois subgrupos distintos: um formado por pessoas que vieram das ex-colónias, fundamentalmente de Angola e de Moçambique, e outro de pessoas que saíram de Lisboa, “à procura de uma casa boa, grande com luz”, e na maioria dos casos também à procura de serem proprietários de uma habitação.
 “Os de Lisboa eram pessoas da classe média em ascensão, a maior parte deles licenciados”, descreve a investigadora, acrescentando que no essencial estavam em causa casais “em início do ciclo de vida familiar”. Já os oriundos das ex-colónias “partilhavam a mesma classe”, embora “eventualmente não tivessem um grau de instrução tão elevado”. “Eram sobretudo funcionários públicos e empreendedores”, diz, referindo que alguns chegaram à Portela já com filhos “de dez, 12 anos”. Fátima Brito Soares é um dos rostos do primeiro subgrupo. “Vim para a Portela faz 36 anos para a semana. Foi no dia 30 de Outubro de 1979”, conta. O nível de detalhe não é de estranhar, uma vez que a data da mudança para a urbanização foi também o dia do seu casamento. Esta moradora, que se orgulha de ter mantido a casa “exactamente” como estava quando a comprou, conta que no momento de sair de casa dos pais ainda procurou casa em Lisboa. “Comecei por ver no Restelo, mas pediram-me uma barbaridade”, diz, explicando que a Portela, que “era um bairro em construção, de que toda a gente falava” e onde moravam algumas colegas suas de escola, surgiu como uma opção natural. “Achámos a casa boa, com dimensão. Cada quarto tinha um roupeiro e havia três casas de banho.


 E achei graça à organização do espaço”, refere. A juntar a isso, havia a garagem individual e o facto de o prédio ficar “ao fundo da rua”, permitindo que tivesse uma vista desafogada. E a urbanização, como era nessa altura? “Em termos de equipamentos era um caos. Só havia uma escola pré-fabricada. E espaços verdes, nada”, constata, recordando que para chegar ao Centro Comercial da Portela era preciso caminhar “por cima de pedras e terra”. Outra coisa de que Fátima se recorda é que quando queria fazer um telefonema a única hipótese era recorrer à cabine pública instalada no fim da rua. “Esperei três anos para que me pusessem o telefone. Eu e o meu marido às vezes dizemos, a brincar, que a outra casa [a que chegou a ver no Restelo] era mais cara mas tinha telefone”, conta a rir-se. Porquê morar num “estaleiro”? Passados os primeiros tempos, e passados os “anos muito ruins” em que aquela zona esteve virada do avesso por causa das obras da Expo’98, a Portela “melhorou”. Novos acessos foram construídos, os espaços verdes apareceram e os equipamentos também. Hoje, existem na urbanização escolas de vários graus de ensino, campos de ténis e de futebol, piscinas, parques infantil, um parque urbano e uma igreja, benfeitorias que muitos atribuem em grande parte ao papel interventivo que a associação de moradores e a junta de freguesia (que entretanto se fundiu com a de Moscavide) tiveram. Face ao cenário com que se depararam os primeiros moradores, que se instalaram num local que parecia “um estaleiro”,
Sandra Marques Pereira faz a pergunta natural: “Porque é que os pioneiros foram para ali?”. À resposta não é indiferente o facto de esse “inacabado” ser “absolutamente normal” para a época, mas aquilo que mais pesa, segundo a socióloga, é mesmo o facto de “a prioridade” para aquelas pessoas ser “a casa”. “As pessoas estavam mais vocacionadas para o espaço privado”, constata, sublinhando que a esse nível aquilo que a Portela prometia “era a modernidade total”. “As casas eram moderníssimas, novas, grandes, com muita luz, e tinham um preço acessível”, resume. A acrescer a isso há um aspecto que, como sublinha Sandra Marques Pereira, foi “absolutamente determinante na vivência” dos residentes: a existência de pátios em cada um dos prédios.
“Era onde se brincava. Os pátios são uma das memórias fundamentais dos miúdos da Portela”, refere. “Quase toda a gente tinha miúdos pequenos. Nas férias, quando estava bom tempo, lá atrás era uma barulheira enorme de crianças. E era uma coisa segura, porque a porteira estava de olho neles”, confirma Fátima Brito Soares, notando que assim nasceram várias das amizades do seu filho. “Dávamo-nos muito bem. Chegámos a fazer arraiais de Santo António lá em baixo”, diz ainda, não sem deixar escapar um lamento de que hoje esses “laços de vizinhança” já não são tão fortes. Ainda assim, a residente de 67 anos, admite que conhece “muita gente” na urbanização, a começar pelos habitantes do apartamento do lado: num caso que não é único nesta urbanização, o filho de Fátima ficou a morar na Portela, depois de ter saído de casa dos pais. Com ele vivem a mulher e as duas filhas, que contam diariamente com a presença e o apoio dos avós. Caso semelhante é o de Sara Pisco, que foi morar para ali assim que saiu da maternidade, “quando tinha três dias”. Aos 26, quando surgiu a oportunidade de arrendar uma casa na zona do Rato, que se lembra de ser “muito baratinha”, abandonou a casa dos pais. “Vivi numa quantidade de casas, por Lisboa inteira. Tenho pesadelos com caixas de mudanças”, refere, contando que no meio desse percurso casou e teve uma filha, que tem hoje três anos. Já depois de se divorciar voltou para o apartamento da mãe, onde esteve pouco tempo: assim que teve “condições financeiras”, arrendou o seu próprio apartamento, também na Portela. E porquê a Portela? “Porque a minha mãe vive lá”, começa por dizer Sara.
“Percebemos as vantagens dos subúrbios quando temos crianças”, acrescenta logo depois, explicando que na urbanização encontrou uma creche a poucas centenas de metros de casa, parques infantis, “imensos” espaços verdes e uma piscina municipal “óptima”, além de um lugar “seguro” para criar a sua filha. “Na verdade não desgosto de viver na Portela. Entram pelos olhos a dentro as vantagens que tem”, resume esta residente de 37 anos, que integra o tal grupo dos chamados “novos residentes”. Sara diz que são muitas as caras que reconhece da sua infância, concluindo que “há montes de gente que saiu da Portela e voltou para ter filhos”. Foi também essa a conclusão a que chegou Sandra Marques Pereira. “O bairro é um enclave muito fechado sobre si próprio”, começa por dizer, explicando que isso levou a que muitos adolescentes ou jovens adultos tenham sentido a dada altura “necessidade de sair” dali. Mais tarde, devido às “redes locais de apoio”, muitos deles acabaram por regressar. “Um dos aspectos que mais me surpreendeu é que os novos residentes têm todos familiares ali”, destaca a investigadora, constatando que a Portela “é um bairro de famílias”. Ser portelense Ao longo da investigação que fez, Sandra Marques Pereira deparou-se com uma expressão que não conhecia e que “remete para a construção de uma identidade local”: “ser portelense”. Já para Sara Pisco, que de quando em quando faz publicações nas redes sociais com a hashtag (etiqueta) “verdadeira portelense”, esta é uma designação que faz todo o sentido. Essas publicações, conta, podem poreee exemplo incluir fotografias de “um saco do Suportel”, “um croissant do Tarik”, ou “um almoço do Tabuleiro”. Para quem não vive ou viveu na Portela, é preciso decifrar que Sara está a referir-se a um supermercado, a uma croissanteria e a uma pastelaria/restaurante, todos localizados naquele que é o local em torno do qual se desenvolve toda a urbanização: o Centro Comercial da Portela. Também aí se pode ainda hoje encontrar aquela que foi a primeira casa da Portela Cafés, uma marca que entretanto ganhou nome e se expandiu para várias outras localizações em Loures e Lisboa. A ideia inicial, conta o único dos dois sócios fundadores que permanece ligado ao negócio, era instalar no local uma retrosaria, mas a descoberta de “uma casa de café” de sucesso na vizinha Moscavide levou a uma mudança de planos. 
 “Tínhamos uma máquina de café em grão, para degustação, mas o que sobreviveu foi a bica. As pessoas chegavam a fazer fila para beber aqui um café. Vinha gente de Cascais e de Oeiras”, recorda Ângelo Marçal. Além de ser proprietário daquela que é uma das poucas lojas iniciais do centro comercial que resistiram ao passar do tempo, o empresário é também morador na Portela, onde chegou depois de vários anos em Angola. “Tem uma comodidade de viver muito grande. Há aqui umas condições fabulosas”, avalia Ângelo, referindo-se à urbanização. E os seus elogios estendem-se ao edifício circular que muitos vêem como sendo o coração do bairro: “Este centro comercial é muito superior a qualquer outro. Não lhe falta nada, até um notário tem. Toda a gente vem aqui”, diz com orgulho. “A Portela é a Portela”, conclui, como se mais não fosse preciso dizer. Além desta urbanização em Loures, na qual viverão hoje qualquer coisa como dez mil pessoas, a equipa da qual Sandra Marques Pereira é um dos elementos está a estudar outros dois casos: o do Bairro Prenda, em Luanda (da equipa do arquitecto Fernão Lopes Simões de Carvalho), e o do conjunto STDM, em Macau (do arquitecto Manuel Vicente). Intitulado Habitações para o Maior Número, este projecto é coordenado por Ana Vaz Milheiro, doutorada em Arquitectura e Urbanismo e investigadora do DINÂMIA’CET, e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. Este projecto, como se explica em informação escrita sobre o mesmo, “procura compreender de que forma o modelo de urbanização moderna típico das décadas de 1960 e 1970 – constituído por edifício altos, fora da cidade tradicional e com grandes espaços abertos – foi utilizado em três contextos sociais, geográficos e culturais muito diferentes”.

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15 outubro 2013

Um Olhar sobre as Quintas da Portela.

Nesta Carta de 1950 nota-se bem a demarcação do território das 7 Quintas da Portela no Concelho de Loures. Por razões que se prendiam com os interesses da Igreja, na altura o Arcebispo de Mitilene não consentiu que a Quinta do Seminario e a dos Candeeiros integrassem o Ante Plano da Urbanização da Portela. Hoje em dia já não há esse problema, pelo qual, se houver uma separação de freguesias, haverá toda a legitimidade para integrar essas duas quintas na Freguesia da Portela.

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26 março 2013

Aqui tambem há Portela ....

 Dalgumas Torres da Portela, alem da Portela ainda se vê ao longe o Prior Velho



Fotos de AfsFeliciano


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06 janeiro 2013

Esta manhã a Portela acordou com este Nascer do Sol


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09 novembro 2012

Novas Freguesias

O novo mapa das freguesias já foi apresentado à Assembleia da República, em 5 de Novembro, pela Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território (UTRAT). As propostas podem ser consultadas através do link:
  http://app.parlamento.pt/utrat/index.html#nota

Resulta da proposta da Unidade Técnica (UTRAT) submetida ao Parlamento que o Concelho de Loures passará a ter DEZ freguesias, SEIS das quais sob a forma de União de Freguesias: 
União de Freguesias - Sta. Iria Azoia + Bobadela + S.J.Talha
União de Freguesias - Moscavide + Portela
União de Freguesias - Camarate + Apelação + Unhos
União de Freguesias - Sacavém + Prior Velho
União de Freguesias - Sto. Antonio Cavaleiros + Frielas
União de Freguesias - Sto. Antão Tojal + S. Julião Tojal
Bucelas
Lousa
Fanhões
Loures
No link seguinte, pode consultar todos os concelhos do País:



Ver Mapa com os agrupamentos e os respectivos nomes
http://app.parlamento.pt/utrat/Municipios/Loures/ANEXO%20III%20-%20Loures.pdf

Ficaremos com a :
 " UNIÃO DAS FREGUESIAS DE MOSCAVIDE E PORTELA"


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30 maio 2012

Lei que define a nova Organização Territorial Autárquica.


Foi hoje finalmente publicada a lei que define a nova organização territorial autárquica.

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27 abril 2012

Contributos para a Historia da Portela

Uma sobreposição de duas Cartas Topograficas das Quintas da Portela dos Anos 60 e uma actual ja com todos os Lotes implantados e seus arruamentos e acessos.

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22 julho 2011

A PORTELA no portal da ANMP ( Associação de Municipios )

CONCELHO DE LOURES
Dados e elementos no portal da Associação Nacional dos Municipios
http://www.anmp.pt/anmp/pro/mun1/LOURES
FREGUESIAS
NomeEndereçoHabitantesÁrea(ha)
ApelaçãoLg 25 de Abril - 2685-000 APELACAO6 043 143
BobadelaLg do Jardim n.2 tor.Bobadela - 2685-000 BOBADELA LRS8 577 322
BucelasLg do Espírito Santo, Adr.Igr. Bucelas - 2670-000 BUCELAS4 810 3 390
CamarateLg Eng A Bandeira Vaz 5 Apartado 65 - 2685-000 CAMARATE18 822 517
Fanhões - 2670-000 FANHOES2 698 1 162
FrielasLg Capitão Oliveira Mata 9 Frielas - 2670-000 FRIELAS2 676 563
LouresR Manuel F Seromenho 48 - 2670-000 LOURES24 237 2 491
LousaR Major Rosa Bastos Lousa - 2670-000 LOUSA LRS3 420 1 650
MoscavideR Antonio Maria Pais 6 2 Dto - 1885-000 MOSCAVIDE12 184 77
PortelaApartado 608 - 2685-000 PORTELA LRS15 441 88
Prior VelhoR de Porto Amélia 2o. Prior Velho - 2685-000 PRIOR VELHO6 683 161
SacavémLg do Mercado l Maio Sacavém - 2685-000 SACAVEM17 659 415
Santa Iria de AzóiaPrt Aviador Plácido de Abreu 7 A Sta Iria Azóia - 2685-000 SANTA IRIA DE AZOIA17 571 717
Santo Antão do Tojal - 2670-000 SANTO ANTAO DO TOJAL4 192 1 510
Santo António dos CavaleirosPrt António Corte Real torre 3 Loja - 2670-000 ST ANTÓNIO CAVALEIROS21 947 466
São João da TalhaR João de Deus São João da Talha - 2685-000 SAO JOAO DA TALHA17 970 590
São Julião do Tojal - 2670-000 SAO JULIAO DO TOJAL3 600 1 328
UnhosR São Silvestre Unhos - 2685-000 UNHOS10 531 448

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31 janeiro 2008

Inauguração dos Ginasios da Associação dos Moradores

A Associação dos Moradores da Portela inaugura hoje dia 31 de Janeiro o seu PORTELA WELLNESS .
Um novo conceito de wellness foi criado nas novas instalações da AMPortela para satisfação dos seus associados.
Com a Direcção Tecnica do prof. Humberto Tomaz, será certamente um êxito e a garantia de um optimo serviço a prestar.

A Associação dos Moradores da Portela tem o prazer de convidar V. Exa., para a Inauguração do seu Portela Wellness

Dia 31 Jan 2008 pelas 21h00
no novo Complexo de Piscinas e Ginásios

Abertura ao público 1 Fev 2008

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